Glórias do Passado: Temporada de 1968/69 - 1ª Parte

 

Temporada de 1968/69 - 1ª Parte


Na temporada de 1968/69 o Vitoria SC conseguiu no Campeonato Nacional da 1ª Divisão atingir pela primeira vez na sua história o 3º lugar na classificação final. Ainda hoje é e continua a ser a melhor classificação de sempre do Vitoria SC na principal competição portuguesa, apesar de já ter sido igualada no decorrer da década de 80 e na de 90.

Em 1968/69 o Vitoria SC pulverizou todos os recordes que anteriormente havia alcançado no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Ao longo de toda a temporada esteve sempre classificado nos lugares cimeiros da tabela geral lutando efectivamente pela conquista do título de Campeão Nacional.

Além da equipa vimaranense ter atingido um lugar no pódio na principal competição nacional, outro feito de inegável importância foi conquistado nesta temporada de 1968/69. Fruto do brilhante 3º lugar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão, o Vitoria SC garantiu o direito a participar pela primeira vez na sua história nas competições internacionais de clubes na temporada seguinte.

Na transição da época de 1967/68 para a nova temporada de 1968/69 o Vitoria SC não operou a grandes mexidas no seu plantel principal. Saíram apenas jogadores pouco utilizados como o guarda-redes Giesteira, o defesa José Carlos e os avançados Bomba e Lazaro.

Aquisições foram também poucas - apenas quatro novos jogadores - optando os responsáveis do Vitoria SC por manter a estrutura que vinha montada da ultima temporada apenas retocada com as aquisições do guarda redes Ferreira, um jovem promissor vindo do CD Cova da Piedade, Carlos Manuel, um médio de qualidade proveniente do Vitoria de Setúbal e, ainda, os avançados Bilhó e Zezinho.
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Bilhó era um possante avançado centro, procedente do Ara da Gabela, da cidade de Gabela, indicado por um olheiro português em Africa, enquanto Zezinho, também avançado, era um luso brasileiro que esteve à experiência no clube antes de ser contratado e que chegou a Guimarães por indicação do antigo jogador Edmur.
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(As aquisições do Vitoria SC para a época de 1968/69 no Estádio Municipal de Guimarães. Bilhó, Carlos Manuel, Zézinho e Ferreira)
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Para liderar a equipa técnica na nova temporada de 1968/69 os responsáveis do Vitoria SC pretendiam a continuidade de Juca, treinador que no período que esteve em Guimarães criou verdadeiros laços de amizade com toda a família vitoriana. Contudo, por motivos familiares, Juca não pôde continuar em Guimarães na temporada de 1968/69.

Para substituir Juca, o Vitoria SC contratou Jorge Vieira, um conceituadíssimo e respeitado treinador brasileiro, que já havia tido uma experiência em Portugal no comando da formação do CF Belenenses.
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Jorge Vieira, um experimentado técnico, simplesmente pegou na estrutura que vinha montada, adicionou-lhe pequenos toques pessoais, nomeadamente alterando ligeiramente o esquema táctico - o que inegavelmente aperfeiçoou a equipa – e o resultado foi um conjunto homogéneo, seguro, quase imbatível e com um futebol encantador.
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(Jorge Vieira e o capitão Peres num treino de inicio de temporada no Campo da Amorosa)
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A equipa do Vitoria SC, defensivamente, funcionava como um bloco praticamente intransponível. De resto, o registo como a defesa menos batida do Campeonato Nacional da 1ª Divisão é disso o maior exemplo.

Depois, individualmente eram jogadores de grande valor. Um jovem guarda-redes – Rodrigues – que se afirmava depois de ter sido contratado na época anterior ao Juventude de Évora. Os laterais de qualidade, como Gualter, Daniel ou Costeado e um duo de defesas centrais, Joaquim Jorge e Manuel Pinto, que se tornariam mesmo na dupla de centrais da Selecção Nacional. Alias, Joaquim Jorge, veio mesmo a ser considerado como o melhor jogador do Campeonato Nacional da 1ª Divisão na época de 1968/69.
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(Equipa do Vitoria SC na época de 1968/69)

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Depois a linha intermediária, alem de laboriosa e abnegada, era também muito tecnicista. O capitão Peres à cabeça, como verdadeiro líder e a dupla Artur e Augusto formavam um meio campo de categoria.
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Ofensivamente a equipa do Vitoria SC era mágica, mas acima de tudo mortífera. O Vitoria SC na época de 1968/69 foi também uma das equipas mais realizadoras do Campeonato Nacional da 1ª Divisão. Zézinho, Mendes e Manuel, formavam um trio de ataque demolidor, com o brasileiro Manuel e sagrar-se como o melhor marcador da equipa e o 2º melhor na prova.

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(Apresentação oficial do técnico Jorge Vieira)
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A oficina vitoriana abriu-se para a nova época no dia 13 de Agosto de 1968 e depois de alguns jogos de preparação com boas indicações a equipa do Vitoria SC estreou-se oficialmente no Campeonato Nacional da 1ª Divisão no Estádio Municipal de Guimarães na partida da 1ª jornada da prova frente ao Leixões SC.
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Resultado final um empate a 0-0, um começo pouco auspicioso, mas onde o Vitoria SC realizou uma magnífica exibição, principalmente no decorrer da 1ª parte do encontro, altura em que desperdiçou varias oportunidades.
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(Vitoria SC - Leixões SC no Estádio Municipal de Guimarães)
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Na 2ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão, o Vitoria SC expressou em números as boas exibições, vencendo a equipa do Varzim SC por 0-5 em pleno Estádio da Povoa do Varzim. Mais uma grande exibição do Vitoria SC, desta feita com muitos golos, numa tarde em que a equipa varzinista não conseguiu parar o ímpeto ofensivo dos vimaranenses que marcaram por intermédio de Vieira, Artur, Manafá, Joaquim Jorge e Manuel.
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(Varzim SC - Vitoria SC no Estádio da Povoa do Varzim)
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Na jornada seguinte o Vitoria SC recebeu e venceu a formação do Atlético CP por 1-0. Num terreno ensopado, fruto do autêntico dilúvio que se abateu sobre a cidade de Guimarães, o Vitoria SC foi sempre superior à equipa de Alcântara vencendo a partida com um tento do capitão Peres.
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(Vitoria SC - Atlético CP no Estádio Municipal de Guimarães)
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À 4ª jornada o Vitoria SC rumou a Alvalade para defrontar o Sporting CP, no primeiro encontro frente aos denominados grandes. Em face do inegável poderio do adversário o Vitoria SC montou um esquema defensivo que aguentou um 0-0 até final da contenda, conquistando assim um resultado muito positivo frente a equipa leonina um dos grandes candidatos à conquista do ceptro nacional.
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(Equipa do Vitoria SC na temporada de 1968/69)
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Depois de jogar em Alvalade o Vitoria SC realizou um novo encontro fora de portas, à 5ª jornada, desta feita deslocando à cidade de Tomar para defrontar a equipa do União. A equipa comandada por Óscar Telechea, antigo treinador dos vimaranenses, venceu surpreendentemente o Vitoria SC por 3-1, com o golo vitoriano a ser apontado pelo médio brasileiro Augusto. O Vitoria SC demonstrou sempre muitas dificuldades em se adaptar ao piso pelado do Estádio Municipal de Tomar e assim fazer valer a maior qualidade do seu futebol.

Na 6ª jornada o Vitoria SC recebeu no Estádio Municipal de Guimarães da equipa do GD Cuf, um adversário tradicionalmente muito difícil para os vimaranenses no se reduto. A equipa do Vitoria SC entrou muito bem no jogo marcando primeiro por intermédio de Zézinho. Todavia, a um minuto do final da primeira metade do desafio e quando nada o fazia esperar a equipa do GD Cuf chegou à igualdade.
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O Vitoria SC, no decorrer da segunda parte, conseguiu, porém, desempatar o marcador vencendo assim a contenda por 2-1, mercê de um fantástico golo fruto de um remate de execução primorosa do avançado brasileiro Manuel.
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(Vitoria SC - GD Cuf no Estádio Municipal de Guimarães)
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Entrou-se em seguida num ciclo verdadeiramente infernal no Campeonato Nacional da 1ª Divisão. O Vitoria SC teria de defrontar seguidamente a Académica de Coimbra, do mítico avançado Manuel António, o FC Porto, o SL Benfica, de Eusébio e Coluna, o CF Belenenses e o SC Braga, o eterno rival, no Estádio 28 de Maio na cidade dos arcebispos. A equipa do Vitoria SC superaria esta fase com classe e distinção.

À 7ª jornada, na visita à cidade de Coimbra, surgiu então a primeira contrariedade com as arbitragens negativas, fenómeno que inexplicavelmente se viria a repetir amiúde e que por certo não deixou o Vitoria SC ir mais além no Campeonato Nacional.
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A equipa do Vitoria SC rumou a Coimbra com uma enorme falange de apoio que pôs aquela cidade em verdadeiro alvoroço. Os vimaranenses adiantaram-se no marcador por intermédio de Artur. A vencer por 0-1 a equipa do Vitoria SC apenas veio a sofrer a igualdade, através de uma grande penalidade assinalada pelo arbitro lisboeta Aníbal Oliveira e que a crónica desportiva considerou unanimemente como inexistente, cifrando-se assim o resultado final em 1-1.
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(Académica - Vitoria SC no Estádio Municipal de Coimbra)
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Na recepção ao FC Porto à 8ª rodada, o Vitoria SC venceu sem apelo nem agravo por 2-0 com dois golos da autoria de Zézinho. Com o Estádio Municipal de Guimarães a rebentar pelas costuras o Vitoria SC deu uma enorme lição táctica à poderosa equipa do FC Porto.
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Os vimaranenses com uma defesa simplesmente intransponível deram o domínio de jogo ao FC Porto, apostando sobretudo no contra golpe. E foi nessa toada que chegou aos dois golos que deram a vitoria e colocou as bancadas do Municipal de Guimarães em verdadeiro êxtase.
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(Vitoria SC - FC Porto no Estádio Municipal de Guimarães)
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(Vitoria SC na época de 1968/69)
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(Vitoria SC - FC Porto no Estádio Municipal de Guimarães)
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Na ronda seguinte o Vitoria SC deslocava-se a Lisboa para defrontar o SL Benfica no Estádio da Luz no encontro a contar para a 9ª jornada do Campeonato Nacional da 1ª Divisão. O SL Benfica, inquestionavelmente uma grande equipa recheada das maiores estrelas do futebol português, não perdia um só ponto que fosse no Estádio da Luz à mais de 40 jogos.
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Imbuídos de um espírito de conquista, partiram de Guimarães milhares de adeptos vitorianos rumo à cidade de Lisboa, onde o Rossio chegou a confundir-se com o Toural tal era a quantidade de aficionados vimaranenses.
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(Equipa do Vitoria SC no Estádio da Luz na época de 1968/69)
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(SL Benfica - Vitoria SC no Estádio da Luz)
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(SL Benfica - Vitoria SC no Estádio da Luz)
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No Estádio da Luz, a equipa do Vitoria SC apresentou-se muito tranquila, fria e calculista, com uma defesa férrea e um guarda-redes, o jovem Rodrigues, verdadeiramente sensacional.
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O Vitoria SC manietou completamente a equipa do SL Benfica, marcando com rigor as principais pedras do esquema da formação encarnada, assumindo a posse de bola como que a escondendo do adversário.
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(SL Benfica - Vitoria SC no Estádio da Luz)
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(SL Benfica - Vitoria SC no Estádio da Luz)
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(SL Benfica - Vitoria SC no Estádio da Luz)
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A equipa vimaranense não foi porem somente defensiva. Também se aventurou no ataque, principalmente na 1ª parte, com venenosos contra ataques de Zézinho e Manuel que colocaram em sentido a defensivamente benfiquista. Alias, ainda na primeira metade, o avançado brasileiro Manuel ainda fez estourar na trave da baliza benfiquista à guarda de José Henrique, um excelente remate com selo de golo.

Na segunda metade o Vitoria SC defendeu mais, sobretudo após a injusta expulsão do defesa central vitoriano Manuel Pinto a 30 minutos do final da partida, reduzindo a equipa a 10. Alias, esta expulsão veio já no seguimento dos muitos erros de arbitragem no decorrer da 1ª parte, sempre em claro prejuízo dos vimaranenses, pelo arbitro Mário Alves de Beja e seus auxiliares, como foi exemplo os incontáveis foras de jogo assinalados ao ataque do Vitoria SC, que impediam a equipa de chegar mais vezes à baliza encarnada.
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Apesar de todas as contrariedades o Vitoria SC conseguiu aguentar a pressão e a superioridade numérica do SL Benfica alcançando um empate a 0-0, conquistado assim um ponto em pleno Estádio da Luz.
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(SL Benfica - Vitoria SC no Estádio da Luz)
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(Festejos da equipa do Vitoria SC no Estádio da Luz)
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(Equipa do Vitoria SC agradece aos milhares de apoiantes no Estádio da Luz)
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(Jorge Vieira e Gil Mesquita, chefe do Dep. Futebol em festejos)
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(Os adeptos do Vitoria SC)
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Contra o CF Belenenses, à 10ª jornada, o Vitoria SC venceu no Estádio Municipal de Guimarães por 2-0, com golos de Peres, na transformação de uma grande penalidade, e do defesa lateral Gualter. Este resultado espelha bem a superioridade manifestada pelo Vitoria SC ao longo de todo o jogo, sem grande brilho é certo, mas eficaz o suficiente para vencer a contenda.
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(Equipa do Vitoria SC na temporada de 1968/69)
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(Vitoria SC - CF Belenenses no Estádio Municipal de Guimarães)
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(Vitoria SC - CF Belenenses no Estádio Municipal de Guimarães)
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Na 11ª jornada o Vitoria SC fazia uma curta deslocação à cidade de Braga para aí defrontar o seu eterno rival. Este encontro contra o SC Braga teve porém duas histórias. A primeira durou tão só 26 minutos pois o jogo foi interrompido devido ao mau tempo que fustigou a região.
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Que bela exibição realizou o Vitoria SC naqueles 26 minutos de jogo e debaixo daquela intempérie. Uma apelidada “serenata à chuva” da equipa do Vitoria SC que cedo se colocou na frente do marcador com um golo de Manuel.
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(SC Braga - Vitoria SC no Estádio 28 de Maio em Braga)
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(Equipa do Vitoria SC no Estádio 28 de Maio em Braga)
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Acontece que o árbitro da partida, numa decisão muito discutível, decidiu terminar o jogo ao minuto 26 devido às condições climatéricas. Segundo os regulamentos na altura, a partida teria de ser repetida na íntegra e como tal o Vitoria SC deslocou-se uma semana depois ao Estádio 28 de Maio para disputar o encontro em atraso com o SC Braga, que começaria de novo com o resultado em 0-0.
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E foi nesses números que terminaria o encontro. No jogo de repetição o Vitoria SC dominou completamente o SC Braga até à lesão de Peres, ele que era o verdadeiro pêndulo da manobra da equipa, o que de certa forma afectou o rendimento de todo o conjunto.
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(SC Braga - Vitoria SC no Estádio 28 de Maio em Braga)
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Seguiu-se depois dois empates a 1-1. Primeiro em Guimarães no encontro frente ao Vitoria de Setúbal tendo o golo do Vitoria SC sido apontado pelo médio brasileiro Augusto. Este jogo frente ao Vitoria de Setúbal para a 12ª jornada ficou marcado por mais uma arbitragem desacertada do árbitro Dr. Décio de Freitas de Lisboa, que terá sonegado duas evidentes grandes penalidades, alem de ter anulado inexplicavelmente um golo aos vimaranenses.
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De resto, realça-se o massacre ofensivo que a equipa do Vitoria de Setúbal foi alvo, principalmente no decorrer da segunda metade do desafio. E note-se que a equipa do Vitoria de Setúbal era mesmo das melhores equipas portuguesas naquela altura superiormente comandado pelo técnico Fernando Vaz.
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(Vitoria SC - Vitoria de Setubal no Estádio Municipal de Guimarães)
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(Equipa do Vitoria SC na temporada de 1968/69)
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(Vitoria SC - Vitoria de Setubal no Estádio Municipal de Guimarães)
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(Vitoria SC na época de 1968/69)
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Na ultima jornada da 1ª volta do Campeonato Nacional da 1ª Divisão o Vitoria SC viajou até São João da Madeira para defrontar a AD Sanjoanense tendo aí alcançado um empate a 1-1 com o golo vitoriano a ser apontado pelo veloz extremo Vieira.

Este jogo em que o Vitoria SC não se apresentou bem ficou marcado essencialmente pelas ausências de Peres, que ainda se encontrava lesionado, e do brasileiro Augusto, castigado na sequencia do encontro anterior com o Vitoria de Setúbal em Guimarães, que prejudicou o rendimento da equipa.
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Encerrava assim a 1ª volta do Campeonato Nacional da 1ª Divisão com o Vitoria SC posicionado nos primeiros lugares declaradamente na luta pela conquista do troféu de Campeão Nacional.
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(Amigável FC Vizela - Vitoria SC no Campo Agostinho Lima em Vizela)
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(FC Vizela - Vitoria SC)
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(Vitoria SC na época de 1968/69)
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(Festejos da equipa de juniores do Vitoria SC depois de um golo ao SC Braga no Campo da Ponte na cidade de Braga)


Autor: Alberto de Castro Abreu

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Caro amigo,
Antes de mais, e porque apesar de visitar este blog com muita frequência, nunca nele comentei... queria deixar este meu primeiro comentário em jeito de agradecimento pelo grandioso trabalho que aqui tem publicado.

Quanto ao conteúdo do artigo, fácil será de compreender que nesses tempos as vergonhas arbitrais seriam ainda mais desavergonhadas do que nos tempos correntes, daí ser completamente impossivel e permitido a um clube como o Vitória chegar ao fim do campeonato colocado na primeira posição.

Resta-nos a consolação de ter alcançado uma boa posição, praticando um bom futebol e engrandecendo o nome do clube.

Abraço
 
Ola Paulo,

Obrigado pelas suas palavras de elogio em relação ao trabalho desenvolvido no "Glórias do Passado".

Sempre que possivel faça uma visita a este blogue comentando quando que lhe aprouver.

Saudações Vitorianas,

Alberto
 
Vim aqui por acaso,ao procurar coisas sobre o Ara da Gabela e vim ter a este bolg do grande vitória ,era ainda um catraio quando o bilhó abandonou o Ara,só quero fazer um reparo,o Ara é da cidade da Gabela e nada tem a ver com Luanda.
 
Caro Mafegos:

Antes de mais obrigado pela visita ao blogue "Glórias do Passado". Agradeço também a correcção quanto à cidade do Ara. Será corrigido em local próprio.

Saudações Vitorianas.

Alberto de Castro Abreu
 
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